Projeto autoral desenvolvido para a disciplina de Projeto Arquitetônico V, em parceria com Francisco Ribeiro. A proposta para o Centro Cultural Banco do Brasil parte da racionalidade climática como diretriz e da revitalização urbana de um lote estratégico, com três frentes e proximidade ao mar. O projeto propõe um pavimento térreo ativo e integrado ao espaço público, valorizando ventilação e iluminação naturais. O programa articula espaços de pesquisa da UFC, equipamentos culturais e áreas de convivência, como coworking e bistrô. A edificação é estruturada por lajes lisas e um núcleo rígido central, garantindo flexibilidade espacial e eficiência funcional.
O projeto do Centro Cultural Banco do Brasil está implantado em um terreno com três frentes e proximidade ao mar, buscando aproveitar o intenso fluxo de pessoas da região. A proposta adota a racionalidade climática como diretriz projetual e propõe a revitalização urbana por meio de um pavimento térreo ativo, integrado ao espaço público. O programa de necessidades é organizado em quatro eixos principais: espaços da UFC (salas de pesquisa, laboratórios e biblioteca), espaços culturais (teatro, auditório, cinema e áreas expositivas), áreas de uso público (lojas, bistrô, restaurante e coworking) e setores administrativos e de serviço. O térreo é voltado ao acolhimento e à permeabilidade urbana, enquanto os pavimentos superiores concentram as atividades culturais e educacionais. Estruturalmente, o edifício é composto por lajes lisas com vigas de transição e um núcleo rígido central que concentra as circulações verticais. O projeto se fundamenta em análises bioclimáticas, utilizando máscaras de sombreamento e estudos dos ventos predominantes para otimizar o conforto térmico natural. A volumetria escalonada nos pavimentos superiores contribui para a identidade arquitetônica do edifício e para o desempenho ambiental da proposta.
Os conhecimentos aplicados no projeto envolvem a análise da legislação urbana e edilícia, orientando as decisões projetuais. Também foi realizada a modelagem do entorno com o uso do Grasshopper, auxiliando na compreensão do contexto urbano. Além disso, foram desenvolvidos estudos de conforto ambiental para o dimensionamento dos brises das fachadas, buscando melhorar o desempenho térmico e lumínico da edificação, bem como a modelagem do projeto em BIM, contribuindo para a organização e compatibilização das informações do edifício.